ESPECIAL DE sÃO jOÃO

- Euvaldo Lima - - 4 de junho de 2014 | - 5:53 - - Home » 8ª Edição» Homenagens» Mais Glória - - Sem Comentários

Uma relíquia sem voz

Artesão Veio.

Artesão Veio.

Em visita ao Museu Boca da Mata às margens da rodovia Eng. Jorge Neto dividindo as sedes dos municípios de Nossa Senhora da Glória-SE e Feira Nova-SE, encontramos o Sr. Cícero Alves conhecido nacionalmente por “Artesão VEIO” que nos falou da sua preocupação quanto ao resgate e preservação da nossa cultura, e feliz recordava a beleza dos nossos feste­jos juninos, naturais, sem muita divul­gação, porem sadios, sem maldades, sem interesses outros. “No princípio, a alegria era fazer as suas gigantescas fogueiras, sempre acompanhadas por um mastro decorado, colocar no últi­mo volume o rádio “ABC” de 8 pilhas qual tinha por norma tocar as músicas imortalizadas nas vozes dos inconfun­díveis: Luiz Gonzaga, Marinêz, Domin­guinhos entre outros”.

Era bonita a fartura de milho (Sem agrotóxos), assado ou sobre as exageradas panelas de milho cozido, canjica entre outros deliciosos pratos. E para expressar o seu cuidado, nos mostrou algumas de suas peças enal­tecendo essas tradições.

E finalizou nos apresentando essa relíquia de poucos baixos, já sem voz, que ajudou alguns dos nossos sertane­jos arriscarem os primeiros gritos em harmonia com um dos primeiros ins­trumentos musicais que se tem notícia na região.

O verniz junino da COHAB

 vernizSurpresos pela bela ornamen­tação do Conjunto Maria Vir­ginia Leite Franco, (Cohab Ve­lha), por unanimidade todas as pessoas indagadas nos indicavam a Rua 3, nº 185 naquela comunidade onde lá encontramos cheia de vigor a senhora Aliete Suares dos Santos, a verdadeira responsável pela iniciativa de ornamentação das ruas.

Repousada por timidez aparen­te, comentou cuidadosa que cultiva­va o hábito de decorar sua casa, e ao chegar a Nossa Senhora da Glória a aproximadamente 25 anos, resolveu Sozinha, com papel de Avon, arrumar a rua no tocante a frente de sua casa, nos três anos seguintes, com ajuda de alguns vizinhos conseguiram decorar toda a sua rua, muito embora para sua tristeza ao chover, todo o papel caía e junto caía todo brilho e motivação.

Solidários, todos se uniram, uns davam centavos, outros alguns pou­cos reais e era o suficiente para esti­mular outras ruas também se moti­varem e fazerem da Cohab Velha um verdadeiro arraial a céu aberto. Comenta a mesma que graças a Deus, o ano passado um funcionário da Prefeitura levou uma pequena aju­da contribuindo para tal. No mais, é da compreensão e co­laboração de amigos e vizinhos que mantém até hoje, seja na aquisição do material, seja na ornamentação.

Euvaldo Lima

Por: Euvaldo Lima dos Reis

Comerciante, Poeta Feiranovense, Esposo da Pedagoga Marta Maria da Silva Reis, divide com Deus a paternidade de quatro estrelas denominadas, LIZZE, BRIZZA, KAIPPE e KAIZZE. Autor do livro de poesia um sopro em versos, de dezenas de cordéis, participou das antologias, Retalhos, Unidos na Fé, e no mês 02/12, classificou 04 das cinco poesias num concurso no Tocantins á nível de Brasil, qual será publicada na antologia “Veloso 2012”, Foi um dos diretores da revista flash, membro das diretorias de diversos órgãos sociais voltados para o voluntariado na região, idealizador e diretor geral do projeto Revista Maisglória.

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