Do namoro ao casamento

- Junior F. dos Santos - - 30 de novembro de 2016 | - 12:22 - - Home » Novidades - - Sem Comentários

*Por Carolina G. Lopes

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Namorar é experimentar o outro. É uma fase em que as pessoas se curtem, se aproveitam, mas sem as responsabilidades inerentes a um casamento. Este é o momento que dirá se é uma relação boa ou ruim para ambos os envolvidos. É uma fase muito importante para a construção da intimidade do casal, é o momento de conhecer o outro.
Namorar é fundamental, e evitar pular, ou adiantar essa fase é realmente de grande importância, pois, é normalmente no namoro o momento em que deixamos nosso núcleo familiar em busca de nossos próprios valores e interesses. Isso inclui, entre outras, a escolha da pessoa com quem iremos conviver para o resto da vida. O namoro nada mais é do que tentativas de relacionamentos que, através de acertos e erros vão ajudando nessa escolha, é melhor que se namore e “desnamore” muitas vezes, do que, mais tarde, se case e descase.
No namoro desfrutamos do convívio alegre e romântico, sem tantos compromissos, exigências e responsabilidades tanto do noivado como do casamento. A medida que o nosso compromisso aumenta, as responsabilidades e os privilégios aumentam também. É de grande importância que essa experiência de namoro seja boa, forte, proveitosa e de amadurecimento para o futuro, é no namoro que se lança o alicerce para o casamento, é um tempo de semeadura para o futuro.
Já o noivado é o momento da edificação, da construção dos sonhos, nele há planejamento, preparo, execução e treinamento para o casamento. No noivado se remodelam as prioridades do casal, porém, quando se chega neste ponto do relacionamento a base do futuro lar já está lançada, quer seja boa ou má, forte ou fraca. Não existe tempo médio ideal para um namoro virar noivado, o ponto chave é conhecer bem o parceiro e avaliar se realmente deseja ter uma vida em comum com aquela pessoa. A paixão, nessas horas, deve ficar em segundo plano. Normalmente o casamento imediato é feito em cima de paixão e não em cima de razão e projetos comuns, por isso é de grande relevância deixar a paixão esfriar um pouco para avaliar a ideia de casamento.
O casamento envolve muito mais do que um metal no dedo, um status na rede social ou dizer te amo. Um casamento envolve duas pessoas, duas famílias, filhos, sentimentos, qualidades, defeitos, respeito, tristeza e alegria, fidelidade, tempo e dedicação. Não é tão simples assim, ele não é feito de aparências, é feito de vidas, vidas que se jogam na luta da convivência, na luta pela felicidade. Casais que convivem há anos falam da paciência, renúncia e compreensão.
No casamento são necessários valores e objetivos em comuns, estarem sempre unidos para enfrentarem o mundo, proferirem elogios e terem a capacidade para perdoar e esquecer, mostrando sempre admiração e confiança, é distribuir carinho e compreensão. O casamento é cultivar o desejo constante de superação, é responder dignamente e de forma justa por todos os atos, é ser grato por tudo o que um significa na vida do outro.
E ai você me diz, tudo o que escrevi acima é fácil de executar? Não, não é. Na verdade, é quase impossível, porém o amor real pode manter suas raízes no equilíbrio, vai se firmando dia a dia. O amor nascido de uma vivência progressiva e madura não tende a acabar. Ele “balança”, passa por um “tsunami”, um “terremoto”, mas não acaba, pelo contrário, após todas as dificuldades e obstáculos ele cresce e se fortalece.

Junior F. dos Santos

Por: Junior Ferreira

Junior Ferreira, sou designer gráfico e Diagramador da Revista Mais Glória email: junior@revistamaisgloria.com celular: (79) 9 9811-1905

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