Carlos da Silva: um jovem, um esporte, uma história

- Vieira Neto - - 26 de Maio de 2014 | - 2:43 - - Home » 5ª Edição» Esporte» Esportes» Mais Glória - - Sem Comentários

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Quem conhece Carlos da Sil­va, ou simplesmente Car­los da Enium, do Portal e Revista MaisGlória, traba­lhador, sonhador, mas com os pés no chão, não imagina que por trás dessa figura simples, esconde-se um espor­tista que faz sua história, enriquecen­do a historia no Judô Sergipano. Com apenas 12 anos de idade na cidade de Socorro, ainda garoto, começava sua trajetória na Escolha Estadual Profes­sora Maria Hermínia Caldas, devido a um Projeto Social implantado naquela época, para incentivar os alunos a sair do mundo das drogas e da violência. O projeto gerou frutos e no meio deles estava nosso homenageado.

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Carlos da Silva, Damião e Jacivan Lucas

Em 2002 veio sua primeira con­quista: pódio no Colégio que o reve­lou. E ali começava uma série de mui­tos outros pódios, com destaque para o bicampeonato da Copa Arquidioce­sano de Judô que foi passaporte para o bicampeonato sergipano, sagrando­-se o primeiro sertanejo a conquistar tal vitória.

Seu pensamento era apenas pas­sar aos seus pares a ideia de buscar no esporte a oportunidade de crescer. O mesmo tem na pessoa do professor Neidson Mangueira, além de mestre e amigo, o seu ídolo portador das sábias palavras responsáveis pelas lições que lhe mostraram que o esporte vai além dos triunfos: ensina a ser cidadão, a ter disciplina e dignidade moral.

Em 2004 aceitando convite do Projeto Social, assumiu as aulas atra­vés do Abrindo Espaços, uma realiza­ção do Governo Federal em parceria com a UNESCO. Ali começava uma carreira vitoriosa, como atleta, popu­larizou a categoria, levando aos pó­dios diversas marcas por ele represen­tadas, como treinador, revelou vários talentos que, como a flor-de-lótus, fez-se exemplo.

Já em 2006, sentindo necessida­de de expandir o Judô, Carlos retorna à sua cidade natal, conta com uma aca­demia local, o primeiro espaço para a prática do esporte, mas seus pensa­mentos estavam além: precisaria di­vulgar e popularizar esse esporte na Capital do Sertão. Foi quando, na sede do Grupo de Escoteiros, retomou seu trabalho e os resultados começaram a aparecer, sem esquecer o ensinamen­to principal que aprendera durante toda a sua trajetória. A difusão do judô pela região popularizaria a prática do esporte e formaria novos atletas. Com isso, menos jovens no mundo das drogas e violência e mais cidadãos de bem. A disciplina e a força de vontade serão sempre suas marcas para supe­rar os obstáculos.

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O projeto que tem em seu slo­gan “Formando cidadãos” formou e forma dignos cidadãos, invejáveis atletas, grandes profissionais e, para a glória de Glória, o nosso gloriense Car­los da Silva o enobreceu. Não poderíamos esquecer a iniciativa dos empresários Gladson Cardoso e Robson Lopes em apoiar a difusão do judô na cidade através da doação dos tatames. Outro nome im­portante no início do trabalho foi Gil­berto Freitas, que cedeu a garagem de sua residência para a prática do judô em Glória.

Vieira Neto

Por: Vieira Neto

nome que lembra o esporte de nossa terra. Esse mesmo esporte que é divulgado e respeitado por um jovem que de uma brincadeira, começou sua grande jornada em contribuição ao crescimento esportivo de nossa região.

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